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O presidente de uma Grande empresa sentado em sua enorme sala sem absolutamente nada para fazer começa a pensar sobre o que é trabalho e o que é lazer em seu dia-a-dia. Após uma enorme lista de diversões ele chegou na hora em que transa com sua esposa, com a qual já está casado há 15 anos.

Sem conseguir concluir ao certo se transar com sua esposa é trabalho ou prazer ele chama o vice-presidente em sua sala. Um pouco menos desocupado, o vice para de ler as reportagens sobre a empresa que haviam sido publicadas no jornal e vai até a sala do Presidente que lhe pergunta:

- Transar com minha esposa é trabalho ou prazer?
O vice pensa alguns segundos e incerto da resposta pede duas horas para responder.

Volta para sua sala, chama o diretor geral da empresa e faz a mesma pergunta:

- Quando o presidente dorme com a mulher dele é trabalho ou prazer -dando ao diretor geral o prazo de uma hora para responder.

Imediatamente o diretor geral, mesmo sem nada pra fazer, delega a função para ao diretor jurídico que passa a pergunta para o advogado sênior e assim vai até chegar no babaca do advogado júnior que se formou há seis meses mas esqueceu que foi estagiário.
Assim como o resto da empresa o advogado Jr. fica na dúvida e vai até a mesa de seu estagiário:

- Você tem cinco minutos pra descobrir se quando o presidente transa com a mulher dele é trabalho ou prazer!

O estagiário então, sem parar de digitar com a mão direita e separar uma pilha de documentos com a mão esquerda, olha para o advogado Jr. por cima das milhares de pastas que estão em sua mesa e responde, na lata:

- É prazer!

Espantado com a rapidez e confiança da resposta do estagiario, o advogado Jr. pergunta:

- Mas como você tem tanta segurança em sua resposta?
Ainda sem parar de trabalhar o estagiário responde:

- Porquê se fosse trabalho era eu quem ia fazer!!!

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Título I - Dos Princípios Fundamentais

Art.1. Não ter nenhum princípio.

Art.2. Homem não trai, distrai-se.

Art.3. Nunca se deve bater em uma mulher - ela pode se apaixonar.

Art.4. O que é bom a gente "cata" e mostra; o que é ruim a gente só não mostra.

Art.5. Usar sempre as velhas desculpas:
a) Mas eu te Amo;
b) Não vai doer nada;
c) Nunca vou te deixar;
d) Eu estava bêbado;
e) Eu posso explicar...
f) Vou comprar cigarro e já volto;
g) Você é a única na minha vida;
h) Você vai acreditar na sua amiga ou em mim?

Art.6. Homem não mente - omite.

Art.7. Homem não se arrepende - se diverte com o fatídico.

Art.8. Nunca deixar os amigos porque sua namorada está chamando.

Art.9. Mesmo se for pego em flagrante, negue tudo até ela acreditar.

Art.10. Em casos de "extrema necessidade", prometa tudo a uma mulher - elas acabam cedendo.

Art.11. Seja prevenido - leve camisinha até para velórios - mulheres são geralmente frágeis e sentimentais.

Art.12. Não perdoe - vingue-se.

Título II - Das Considerações e Desconsiderações

Art.13. Homem não tem amigas, apenas as "considera" um pouquinho mais.
Parágrafo único - A alegação de afinidades entre os dois amigos poderá ser usada como método de convencimento para possível relacionamento sexual.

Art.14. Considera-se incluída na contagem geral a mesma mulher que, porventura, o Homem tenha ficado numa única noite.

Art.15 Para o disposto nesta Lei, só não se considera como mulher para você:
a) Sua mãe;
b) Sua avó
c) Sua irmã;

Título III - Das Classes e Classificações

Art.17. Os homens só saem com 3 (três) tipos de mulher:
a) As nacionais;
b) As estrangeiras;
c) As extraterrestres.

Título IV - Das Cachaças e das Biritas

Art.18. Homem não toma uma, quem toma uma é BICHA.

Art.19. É vedada toda e qualquer recriminação à barriga de cerveja do homem.

Art.20. Tudo é licito quando se está embriagado.

Art.21. Nunca deixe de beber com os amigos por causa de mulher. (Vide Art. 8)

Título V - Das Bozengas e Mocréias

Art.22. Causas excludentes de anti-juridicidade.
a) Elevado grau alcoólico;
b) Ambiente favorável;
c) Bestialidade absoluta do ser;

Art.23. Considera-se induzimento a erro essencial, aquele que, para satisfazer interesses escusos, induzir amigo a agarrar alguma dessas criaturas (bozengas ou mocréias).
Parágrafo único - O agente passivo está isento de culpa ou dolo.

Disposições finais
Art.24. Vetado (VOCÊ ACHA QUE IA TER ARTIGO 24?)

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