Mas como já foi dito, nem só da fama de boiola vive o gaúcho. . .
Um faroleiro lá do interior do Rio Grande do Sul vivia contando prosa pra todo mundo na cidade. Ninguém agüentava mais as gabolices do sujeito. E ele vinha sempre com a mesma conversa:
- Dá uma sacada nos meus óculos novos! Ray Ban legítimo! Tô mal de óculos, tchê! E olha só essa minha pulseira! Ouro puro, vinte quilates! Tô mal de pulseira, tchê!
Um dos camaradas que costumava escutar suas conversas fica de saco cheio e manda ver essa:
- E aquela tua irmã, tchê? Aquela que é piranha lá no bordel da tia Olga.
- Entrou para um convento! Virou freira, casou com Jesus! Tô mal de cunhado, tchê!
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