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Não faz muito tempo, Papai Noel estava pronto para zarpar em sua viagem anual, mas tinha alguns problemas; quatro dos seus melhores duendes estavam doentes e os duendes estagiários, que estavam lá para substituí-los, estavam a consumir a força de trabalho de mais 4 duendes experientes, fazendo com que o horário ficasse apertado e estressando Papai Noel.

Como se não bastasse, a Mamãe Noel disse ao Papai Noel que a Sogra Noel iria vir para o Natal... (mais estresse).

Um duende veio do estábulo e constatou que duas renas estavam prestes a dar a luz, e outras duas fugiram pela cerca quebrada.... com isso mais estresse no pobre velhinho.

Quando ele começou a encher o trenó com os sacos de brinquedos, um saco enroscou na ponta do trenó, rasgando-o e espalhando brinquedo para tudo quanto é lado...

Frustrado, Papai foi para sua casa para tomar uma xícara de café, com uma dose de Whisky. Ao chegar a adega, ele viu que não havia nenhum tipo de bebida (os duendes haviam bebido tudo) e, em seu desânimo, deixou que a xícara de café caísse, derrubando o café em sua roupa e espalhando milhões de cacos de vidro no chão... Subiu, trocou de roupa e, para não fugir do dia, ele pegou a roupa que Mamãe Noel havia esquecido de cerzir... Chegou na cozinha e foi pegar a vassoura para limpar a bagunça... não havia vassoura, só um rodo...
limpou a sujeira com o rodo.

A ponto de explodir de raiva, a campainha da porta toca.... Se arrastando, o puto velhinho, abriu a porta e, em frente dele estava um pequeno anjo com uma grande árvore de natal...

O anjo perguntou: "Onde eu coloco esta árvore, Papai Noel?" Foi assim que o anjo se tornou enfeite do topo da Árvore de Natal.

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Diz que eram dois leões que fugiram do jardim zoológico. Na hora da fuga cada um tomou um rumo, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas da Tijuca e outro foi para o centro da cidade.

Procuraram os leões de todo jeito mas ninguém encontrou. Tinham sumido, que nem o leite. Vai daí, depois de uma semana, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas da Tijuca. Voltou magro, faminto e alquebrado. Foi preciso pedir a um deputado do PTB que arranjasse vaga para ele no jardim zoológico outra vez, porque ninguém via vantagem em reintegrar um leão tão carcomido assim. E, como deputado do PTB arranja sempre colocação para quem não interessa colocar, o leão foi reconduzido à sua jaula.

Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrava do leão que fugira para o centro da cidade quando, lá um dia, o bruto foi recapturado.
Voltou para o jardim zoológico gordo, sadio, vendendo saúde.
Apresentava aquele ar próspero do Augusto Frederico Schmidt, que, para certas coisas, também é leão. Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para as florestas da Tijuca disse pro coleguinha:
- Puxa, rapaz, como é que você conseguiu ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, que fugi para as matas da Tijuca, tive que pedir arrego, porque quase não encontrava o que comer, como é então que você... vá, diz como foi.

O outro leão então explicou:
- Eu meti os peitos e fui me esconder numa repartição pública. Cada dia eu comia um funcionário e ninguém dava por falta dele.

- E por que voltou pra cá? Tinham acabado os funcionários?
- Nada disso. O que não acaba no Brasil é funcionário público. É que eu cometi um erro gravíssimo. Comi o diretor, idem um chefe de seção, funcionários diversos, ninguém dava por falta. No dia em que eu comi o cara que servia o cafezinho... me apanharam.

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