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O presidente de uma Grande empresa sentado em sua enorme sala sem absolutamente nada para fazer começa a pensar sobre o que é trabalho e o que é lazer em seu dia-a-dia. Após uma enorme lista de diversões ele chegou na hora em que transa com sua esposa, com a qual já está casado há 15 anos.

Sem conseguir concluir ao certo se transar com sua esposa é trabalho ou prazer ele chama o vice-presidente em sua sala. Um pouco menos desocupado, o vice para de ler as reportagens sobre a empresa que haviam sido publicadas no jornal e vai até a sala do Presidente que lhe pergunta:

- Transar com minha esposa é trabalho ou prazer?
O vice pensa alguns segundos e incerto da resposta pede duas horas para responder.

Volta para sua sala, chama o diretor geral da empresa e faz a mesma pergunta:

- Quando o presidente dorme com a mulher dele é trabalho ou prazer -dando ao diretor geral o prazo de uma hora para responder.

Imediatamente o diretor geral, mesmo sem nada pra fazer, delega a função para ao diretor jurídico que passa a pergunta para o advogado sênior e assim vai até chegar no babaca do advogado júnior que se formou há seis meses mas esqueceu que foi estagiário.
Assim como o resto da empresa o advogado Jr. fica na dúvida e vai até a mesa de seu estagiário:

- Você tem cinco minutos pra descobrir se quando o presidente transa com a mulher dele é trabalho ou prazer!

O estagiário então, sem parar de digitar com a mão direita e separar uma pilha de documentos com a mão esquerda, olha para o advogado Jr. por cima das milhares de pastas que estão em sua mesa e responde, na lata:

- É prazer!

Espantado com a rapidez e confiança da resposta do estagiario, o advogado Jr. pergunta:

- Mas como você tem tanta segurança em sua resposta?
Ainda sem parar de trabalhar o estagiário responde:

- Porquê se fosse trabalho era eu quem ia fazer!!!

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Diz que eram dois leões que fugiram do jardim zoológico. Na hora da fuga cada um tomou um rumo, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas da Tijuca e outro foi para o centro da cidade.

Procuraram os leões de todo jeito mas ninguém encontrou. Tinham sumido, que nem o leite. Vai daí, depois de uma semana, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas da Tijuca. Voltou magro, faminto e alquebrado. Foi preciso pedir a um deputado do PTB que arranjasse vaga para ele no jardim zoológico outra vez, porque ninguém via vantagem em reintegrar um leão tão carcomido assim. E, como deputado do PTB arranja sempre colocação para quem não interessa colocar, o leão foi reconduzido à sua jaula.

Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrava do leão que fugira para o centro da cidade quando, lá um dia, o bruto foi recapturado.
Voltou para o jardim zoológico gordo, sadio, vendendo saúde.
Apresentava aquele ar próspero do Augusto Frederico Schmidt, que, para certas coisas, também é leão. Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para as florestas da Tijuca disse pro coleguinha:
- Puxa, rapaz, como é que você conseguiu ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, que fugi para as matas da Tijuca, tive que pedir arrego, porque quase não encontrava o que comer, como é então que você... vá, diz como foi.

O outro leão então explicou:
- Eu meti os peitos e fui me esconder numa repartição pública. Cada dia eu comia um funcionário e ninguém dava por falta dele.

- E por que voltou pra cá? Tinham acabado os funcionários?
- Nada disso. O que não acaba no Brasil é funcionário público. É que eu cometi um erro gravíssimo. Comi o diretor, idem um chefe de seção, funcionários diversos, ninguém dava por falta. No dia em que eu comi o cara que servia o cafezinho... me apanharam.

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